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| Foto: Divulgação |
Localizada a 100 km de Belo Horizonte, na região sul da Serra do Espinhaço - cadeia de montanhas que corta o estado de Minas Gerais e parte da Bahia -, a Serra do Cipó é o paraíso para quem quer se embrenhar na natureza!
Considerada uma das maiores áreas de biodiversidade do planeta, sua vegetação é bastante diversificada e a fauna abriga várias espécies ameaçadas de extinção. Para preservar este patrimônio natural, foi criado o Parque Nacional Serra do Cipó (a entrada é paga e tem horário de visitação). São ao todo 100 mil hectares de cerrados, campos rupestres e matas, além de rios, cachoeiras, cânions, cavernas e sítios arqueológicos preservados. Um dos mais belos cenários de Minas Gerais.
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| Foto: Silvério Nery |
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| Foto: Divulgação |
Consolidada como um grande destino turístico mineiro, a Serra do Cipó oferece várias opções de lazer com destaque para: canyoning, paraquedismo, canoagem, escalada, cicloturismo, cavalgadas, passeios de caiaque, tirolesa, rapel e muitos outros. Pra quem curte trekking, as trilhas no meio da mata levam a belíssimos mirantes e cachoeiras, passando por pedras e rios. Vencer alguns desses caminhos, pode ser uma tarefa árdua, porém, compensadora. O ideal é ir bem preparado com protetor solar e chapéu, água e lanches rápidos. Sem esquecer de trazer seu lixo de volta!
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| Foto: Leo Drummond |
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: Divulgação |
Uma das cachoeiras mais bonitas e conhecidas da região: a Cachoeira da Farofa, fica a 8 km da entrada do parque. A trilha para chegar até ela é bem demarcada e plana na maior parte do tempo, sendo um trajeto fácil de fazer, mas cansativo. No percurso existem duas travessias de riacho, portanto é importante calçar algo que possa molhar. Alguns visitantes preferem chegar até ela de bike ou até mesmo a cavalo.
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: José Henrique Amormino |
Outro ponto de destaque é o Cânion das Bandeirinhas, um corredor de paredões rochosos que acompanham o rio. A trilha para o cânion, inicialmente, é a mesma da cachoeira da Farofa e também pode ser feita a pé, a cavalo ou de bike. A separação entre as duas trilhas se dá, mais ou menos, a uns 6 km da portaria do Parque. Ainda que o percurso seja plano e com alguns pontos de sombra, o caminho é longo e cansaço bate. A paisagem, porém, é magnífica e vale o esforço. O visitante que quiser fazer as duas trilhas no mesmo dia, deve chegar cedo ao Parque, levar bastante água e algo para comer tanto na ida quanto na volta.
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| Foto: José Henrique Amormino |
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: Divulgação |
Fora do parque, um atrativo bastante visitado é a Cachoeira Grande. Sua entrada é feita por uma área privada e a caminhada é tranquila e plana, podendo ser feita em poucos minutos. Ao seu redor, há várias outras pequenas cachoeiras e rios, onde se pode descansar nas pedras assistindo ao espetáculo da natureza ou banhar-se nas águas convidativas.
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| Foto: Barbosa |
Ainda fora do parque, há vestígios de uma antiga estrada de pedras construída pelos escravos, que leva ao topo da Cachoeira Véu da Noiva e sua respectiva nascente, denominada de Mãe D'água. Por essa trilha subiam e desciam os escravos para auxiliar o transporte das riquezas minerais adquiridas na Serra do Espinhaço durante o ciclo do ouro e diamante do século XVIII. O percurso é curto, mas íngreme, o que exige certo preparo físico do visitante. Com trechos beirando o abismo, o visual lá do topo é espetacular!
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: Rodrigo Urquiza |
Conheça, respeite e ajude a preservar mais esse maravilhoso paraíso ecológico brasileiro.
Fontes:
http://www.serradocipoturismo.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Cipo
http://www.guiaserradocipo.com.br/
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